Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho

Estão abertas as candidaturas para o Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Prado Coelho APE/C. M. de Vila Nova de Famalicão até ao dia 30 de Junho de 2020.

De cada livro publicado em 2019,  em 1.ª edição, nas duas modalidades a concurso, devem ser enviados cinco exemplares para a Sede da APE, destinados aos membros do júri e à Biblioteca, não sendo admitidos a concurso livros póstumos.

O Regulamento encontra-se disponível para consulta aqui.

Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco

Estão abertas as candidaturas para o Grande Prémio de Conto “Camilo Castelo Branco” APE/C. M. de Vila Nova de Famalicão até ao dia 30 de Junho de 2020.

De cada livro publicado em 2019,  em 1.ª edição, nas duas modalidades a concurso, devem ser enviados cinco exemplares para a Sede da APE, destinados aos membros do júri e à Biblioteca, não sendo admitidos a concurso livros póstumos.

O Regulamento encontra-se disponível para consulta aqui.

Encontro: A Poesia não serve para nada | 20 Junho, 21h

[Encontro] A Poesia não serve para nada

Margarida Vale de Gato

Diogo Dória

Alexandre Sarrazola

20 Junho, 21h

Mundo Património (Lisboa)

Um actor e dois poetas juntam-se para dizer Poesia.

E, logo aqui, a definição peca.

Dois professores e um arqueólogo.

Uma mulher e dois homens.

Dos anos 70, dos anos 50.

É, de facto, indiferente. Importa mesmo é que vão dizer poesia. Toda menos a deles. De diferentes épocas, de todos os géneros, em verso, em prosa. E só tão simplesmente porque sim.

Junte-se, dia 20 de Junho, pelas 21h, a este encontro que não serve para nada sem ser para ouvir poesia.

Ao vivo, no Mundo Património em Campo de Ourique, Lisboa (mapa), e com emissão online em directo.

 

Fonte: patrimonio.pt

Dia Mundial da Poesia para Crianças

O audiolivro nasce da trilogia de espetáculos que Cristina Paiva e Fernando Ladeira vêm apresentando em bibliotecas,  escolas, creches, jardins de infância e teatros de todo o país.  Juntam-se fotografias dos espectáculos para a primeira infância e da sua criação, e textos dos vários intervenientes.

“Para compensar a ausência do palco, as músicas antes tocadas por computador enchem-se aqui de gente e instrumentos de verdade, e à voz de Lia Vohlgemuth juntam-se o acordeão de Emanuel Soares, a bateria e percussões de Fábio Rodrigues e o contrabaixo de Afonso Castanheira. E, porque não conseguimos parar de cantá-las, juntamos também as cifras, para que possam prolongar a brincadeira em guitarradas caseiras.”
Oriana Alves, Ed. BOCA​​​​​

É comum sair dos espectáculos da trilogia Afinal sem conseguir parar de cantar estas canções e também assim se aprendem poemas de cor. Com esta edição, podemos sempre voltar ao tempo da infância, se a memória falhar.

A nona edição da BOCA JÚNIOR – para crianças de todas as idades estará disponível a partir de 1 de Junho na versão digital.

A versão física da edição, em livro + CD, estará disponível no site da BOCA e nas livrarias no final do mês.

 

Fonte: Casa Fernando Pessoa

“O homoerotismo camoniano no Convite que fez a certos fidalgos em Goa”, por Márcia Arruda Franco

GRUPO DE INVESTIGAÇÃO POÉTICAS EM LÍNGUA PORTUGUESA (PLP)
SEMINÁRIO ONLINE
(No âmbito do projeto de investigação “Reescrever o séc. XVI”)

“O homoerotismo camoniano no Convite que fez a certos fidalgos em Goa”

Por Márcia Arruda Franco

DATA: 28/maio/2020, 15h-17h
DADOS DE ACESSO: O seminário decorre na plataforma zoom-colibri, sendo necessário inscrever-se antecipadamente através deste link: https://videoconf-colibri.zoom.us/meeting/register/tJIvf-Gvpj4qHtzno0-EbZ1CA77xOAtHQ0ZW

Após a inscrição, receberá um e-mail de confirmação contendo os dados de acesso.
Prazo para inscrição: 27 de maio, 12h.

Contacto: micaelar@ilch.uminho.pt / dircehum@ilch.uminho.pt

RESUMO:
A partir da revisitação do efeminado imperador Heliogabalo, é possível interpretar o banquete de trovas como um encontro homoerótico. Para tal é preciso entender o erotismo ao tempo de Camões e a sua desvinculação relativamente a categorias estanques da sexualidade correntes nas sociedades burguesas, onde se opõem heterossexualidade e homoerotismo. Nas sociedades de corte, a vivência da sexualidade seguia parâmetros menos rígidos, em que se admitia a bissexualidade. Estes serão os tópicos abordados neste seminário, no qual se apresentará ainda uma proposta de organização de uma Antologia homoerótica de Camões, a partir do romance Pode um desejo imenso, de Frederico Lourenço.

NOTA BIOGRÁFICA:
Marcia Arruda Franco fez pós-doutorado na Universidade de Lisboa (2001-2003), na UFRJ (2014) e agora (2020) na Sorbonne Nouvelle, Paris 3. Em agosto de 2003 tornou-se Professora Doutora da Universidade de São Paulo, onde defendeu tese de livre-docência em 2017. Tem atuado principalmente nos seguintes temas: Sá de Miranda, releitura, intertextualidade, Camões, Garcia de Orta, Renascimento português e modernidade, sobre os quais publicou livros de ensaios em Portugal, com apoio de agências de fomento do governo português, como a FCT, o CIEC e o IPLB. É membro colaborador do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos da Universidade de Coimbra (CIEC) desde 2005. Integra a equipe do projeto de excelência subsidiado pelo MINECO, Espanha, sediado no Departamento de Filologia portuguesa da Universidade de Salamanca, Biblioteca virtual de la épica burlesca portuguesa, com o projeto “O Reino da Estupidez na BBM: indagações a respeito de sua autoria e classificação como obra brasileira”. Coordena e integra a equipe USP do projeto “Iniciativas de Parceria Estratégica USP-UMINHO, Edital Conjunto de Apoio à Pesquisa”, AUCANI, com o projeto “Reescrever o século XVI” – Projeto multidisciplinar (Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa, História Literária, História Cultural), ao lado de Micaela Ramon, Sérgio Sousa, Vagner Camilo e Carlos Mendes de Sousa. Integra a Equipe organizadora, desde a sua primeira edição na USP, em 2016, da série de edições do Colóquio Internacional Interlocuções Poéticas Brasil-Portugal, com Vagner Camilo (USP) e Maria Aparecida Ribeiro (CLP/FLUC).

21 de Maio — Através dos Livros #8: Júlio de Melo Fogaça (online)

Oitava sessão do espaço de discussão em torno de livros e autores, que o Instituto de História Contemporânea (IHC) organiza em parceria com o Núcleo dos Estudantes de História da NOVA FCSH.

Agora ONLINE!

O convidado da oitava sessão é Adelino Cunha, que apresentará o seu livro, Júlio de Melo Fogaça (Saída de Emergência, 2018). O comentário estará a cargo de João Madeira e a moderação será de José Neves, ambos do IHC. Os participantes poderão colocar questões através do chat no canal YouTube do IHC.

Sobre o ciclo:
Num momento em que os sistemas de avaliação universitários tendem cada vez mais a premiar o artigo em revistas especializadas, queremos com esta iniciativa sublinhar a importância do livro (e da monografia em particular) como veículo por excelência para a difusão do saber histórico e, também, para o debate de ideias.

Neste espaço de discussão, daremos prioridade a obras recentes que correspondam a investigações originais e/ou sínteses que se proponham a desafiar ou rever paradigmas vigentes.