João Moniz de Carvalho

IOAÕ MONIZ DE CARVALHO natural da Villa de Viana do Minho, e irmaõ de Antonio Moniz de Carvalho Fidalgo da Caza Real, Cavalleiro da Ordem de Christo, Commendador de Vimioso, Conselheiro da Fazenda, Secretario das Embaxadas a França Inglaterra Dinamarca, e Suecia, e Enviado nestas Cortes de quem fizemos larga memoria em seu lugar. Estudou em a Universidade de Coimbra  Direito Pontificio em cuja faculdade recebeo o grao de Licenciado. Depois de ser bbade da Igreja de Revoredo, Comissario do Santo Officio, e da Bulla da Cruzada obteve hum Canonicato na Igreja Primacial de Braga onde foy Vigario Geral do Territorio de Valença, Prezidente, e Dezembargador da Relaçaõ Ecclesiastica da mesma Diocese. Naõ degenerando da zelosa fidelidade que seu Irmaõ manifestou para com a Patria, e obzequio do seu Soberano D. Ioaõ o IV. elevado ao trono de Portugal no anno de 1640. escreveo.

Desengaños oferecidos al Catholico Principe D. Filippe el IV. Rey de Castilla en razon del intento injusto con que sus Ministros procuran en Roma impedir aplauzos al recebimiento de la Embaxada del Serenissimo Principe D. Iuan el IV. natural, y legitimo Rey de Portugal. Lisboa por Lourenço de Anveres 1642 4.

Faz mençaõ do Author Ioan. Soar. de Brit. Theatr. Lusit. Liter. lit. 1. n. 57.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]

Padre João de Mesquita

P. IOAÕ DE MESQUITA natural da Villa de Anciaens em o Arcebispado de Braga onde teve por Pays a Fernaõ de Mesquita, e Violante Nunes. Recebeo a peta da Companhia de JESUS em o Collegio de Coimbra a 10 de Junho de Inflamado com o zelo de converter a Gentilidade ao gremio da Igreja Romana embarcou no anno de 1546. para a com o Patriarcha da Etiopia D. Ioaõ Nunes Barreto, e na Praça de Dio, como o Cabo do Camorim exercitou o ministerio rio de Operario Evangelico. Chamada Goa para dictar Dialectica preferio o gisterio das almas ao das aulas partindo para Punicale onde querendo livrar os Neofitos da barbaridade dos Badagás foy prezo em hum tenebrozo carcere, e carregado de ferros de cuja horroroza prizaõ sendo livre pela industria de hum Christaõ tolerou constantemente gravissimas molestias pelo espaço de sete dias oculto em bosques, e fugitivo por diversos caminhos para naõ cahir nas maõs dos Badagàs, que anciosamente o buscavaõ satisfaçaõ da sua natural sevicia até que evadindo de tantos perigos chegou a Goa onde passou a coroarse na eternidade no anno de Escreveo

Carta do Cabo de Camorim a 29 de Agosto de 1560. ao P. Henrique Henriques.

Carta do Cabo de Camorim a 16 de Outubro de 1560. ao mesmo Padre. Carta de Cochim a 26 de Ianeiro de 1561. aos Irmaos do Collegio de Coimbra. Nella refere largamente as tribulaçoens padecidas quando esteve prezo. Sahiraõ estas tres Cartas traduzidas na lingua Italiana com outras. Venetia por Tramezzino 1562 8. e na latina. Lovanii apud Rutgerum Velpium 1570 8. Desde pag. 275. até 289.

Carta escrita do Cabo de Camorim aos Portuguezes em o 1. de Dezembro de 1558.

Carta escrita ao Provincial da India em Punicale em 13 de Março de 1560.

Carta escrita em Punicale a 29 de Agosto de 1560. ao P. Henrique Henriques. Carta escrita de Punicale a 16 de Outubro de 1560. ao mesmo P. Estas quatro Cartas se conservaõ no Archivo da Caza professa de S. Roque de Lisboa.

Do author fazem mençaõ Hist. Societ. lib. 4. n. 202. até 267 Franco Ann. Glorios. S. I. in Lusit. p. 504. Souza Orient. Conq. Part. 1. Conq. 2. Div. 2. §. 25. e 27.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]

D. João de Meneses

D. IOAÕ DE MENEZES primeiro Conde de Tarouca, setimo Governador, e Capitaõ General da Praça de Tangere Mordomo mòr dos Serenissimos Monarchas D. Ioaõ o II. e D. Manoel, e Graõ Prior do Crato teve por berço a Cidade de Lisboa, e por progenitores a D. Duarte de Menezes III. Conde de Viana, Alferes mór delRey D. Duarte, e D. Affonso V. Alcayde mòr de Beja, e a D. Izabel de Castro sua segunda mulher filha de D. Fernando de Castro. Pelos rasgos da sua penna, e pelos golpes da sua espada mereceo eternizar o seu Nome em o Templo de Apollo, e em a Palestra de Marte sendo taõ elevado o seu enthusiasmo para a Poezia, como intrepido o seu coraçaõ para a Campanha a qual foy toda a regiaõ de Africa como testemunhaõ com indeleveis caracteres o Illustrissimo D. Jeronimo Osorio de reb. Emman. Reg. lib. 2. 5. 9. Damiaõ de Goes Chron. delRey D. Manoel Part. 3. cap. 51. Manoel de Faria, e Souza Afric. Portug. cap. 7. n. 112. e o Excellentissimo Conde da Ericeira D. Fernand. de Menez. Hist. de Tang. liv. 2. §. 14. 16. e 17. Foy cazado com D. Joanna de Vilhena filha de Fernaõ Telles de Menezes 4. Senhor de Unhaõ Gestaço, e Meynedo, Commendador de Ourique, e Mordomo mòr da Raynha D. Leonor 3. mulher delRey D. Manoel, e de D. Maria de Vilhena filha de Martim Affonso de Mello Alcayde mór de Olivença Guarda mòr dos Reys D. Duarte, e D. Affonso V. e de D. Margarida Coutinho de Vilhena Senhora de Ferreira de Aves de cujo matrimonio naceraõ D. Duarte de Menezes Senhor da Caza de Tarouca V. Governador da India, e duodecimo Governador da Praça de Tangere de quem procedem os Condes de Tarouca: D. Henrique de Menezes Governador da Caza do Civel progenitor da Caza dos Condes de Aveiras: D. Luiz de Menezes Senhor de Comba, e Garavanços, Monteiro mòr delRey D. Manoel, e Alferes mòr delRey D. Ioaõ o III. D. Maria de Vilhena que cazou com D. Lope de Almeyda III. Conde de Abrantes de quem descendem os Senhores do Sardoal: D. Leonor de Vilhena despozada com D. Ioaõ Gonzalves da Camara IV. Capitaõ General da Ilha da Madeira donde procedem os Condes de Calheta; e D. Izabel de Castro mulher de D. Manoel Pereira III. Conde de Feyra. Morreo este Heroe em a Praça de Azamor a 15 de Mayo de 1514. carregado de palmas, e Louros, que colheo o seu invencivel braço nos campos Africanos, e na Igreja Matriz onde jáz sepultado se lhe dedicaraõ com religiosa pompa exequias à sua illustre memoria. Entre os dotes, que ennobreceraõ o seu espirito foy hum dos mais excellentes tes o genio, que teve para a Poezia metrificando com summa agudeza, e jocosidade como delle escreve o Bispo Ieronimo Osorio de rebus Emman. lib. 9. Qantùm autem ingenio valeret, Versus quos patrio sermone componebat, aperte declarabant. Nec enim illis quidquam vel argutius, vel festivius excogitari poterat. Dos seus metros se podiaõ formar hum livro de justa grandeza dos quais somente lograraõ a luz publica os que se lem no Cancioneiro de Garcia de Rezende Lisboa por Herman de Campos. 1516 fol. a fol 1. v.° 3. v.° 4. 6. v.° 7. 15. 16. 17. 18. 44 66. 67. 72. 143. 144. 145. v.° 151. v.° 152. v.° 154. 157. 158. vers. 159. 161. vers. 171. Vers. Delle faz memoria Carvalho Corog. Portug. Tom. 2. pag. 250.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]

D. João de Mendonça

D. IOAÕ DE MENDOÇA naceo em a Villa de Estremoz da Provincia Transtagana a 12 de Iunho de 1673. justamente vangloriosa com a produçaõ de taõ illustre alumno. Foy sexto filho de Lourenço de Mendoça 3. Conde de Valdereis, Deputado da Iunta dos Tres Estados, Regedor das Iustiças, e Conselheiro de Estado, e da Condessa D. Maria de Mendoça filha de Manoel de Souza da Sylva Vedor da Rainha D. Maria Francisca Izabel de Saboya, e Mestre Sala do Principe D. Theodozio, e D. Ioanna de Mendoça. Tendo estudado as letras humanas no Collegio de S. Antaõ de Lisboa onde deu a conhecer a viveza do engenho, e promptidaõ da memoria cultivou em a Universidade de Coimbra a Iurisprudencia Canonica onde foy admitido por Porcionista do Real Collegio de S. Paulo a 30 de Outubro de 1689. Recebido o grao de Doutor nesta Faculdade a 17 de Iulho de 1698. passou de Arcediago da Sè da Guarda para Thezoureiro mòr, e Conego da Cathedral de Evora a 28 de Dezembro de 1694. pela promoção de seu Tio o Illustrissimo Ruy de Moura Tellez ao Bispado da Guarda. Sendo Conductario com privilegios de Lente em 27 de Novembro de 1698. ostentou com tanta profundidade à Cadeira de Clementinas que ainda que cedeo della em utilidade de outros Oppozitores mais antigos se lhe julgou a igualaçaõ à dita Cadeira a 23 de Fevereiro de 1706. da qual teve a proprieclade com igualaçoens a do Decreto a 28 de Fevereiro de 1707. e ultimamente igualado à de Vespera a 2 de Agosto de 1708. Eleito Deputado do S. Officio da Inquisiçaõ de Coimbra a 3 de Ianeiro de 1704. regeitou ser Deputado da Meza da Conciencia, e Ordens antepondo a taõ honorifico lugar o laborioso exercicio de Mestre da Universidade. Para premio dos seus merecimentos o nomeou a magestade reynante de D. Ioaõ o V. Bispo da Guarda em cuja dignidade foy confirmado por Clemente XI. a 30 de Ianeiro de 1713. Sem demora partio para a sua Diocese, que vizitou pessoalmente uzando da rectidaõ de Prelado, e benevolencia de Pastor. Determinado, a fazer izita ad Limina Apostolorum passou a Roma a 31 de Mayo de 1717. onde chegando a 13 de Novembro do dito anno experimentou para com a sua Pessoa taõ benevola a Santidade de Clemente XI. que o nomeou Assistente do Solio Pontificio por Breve expedido a 18 de Mayo de 1718. que lhe levou a sua Caza Monsenhor Batelli Secretario de Breves a Principes. Depois de ter dado nesta grande Corte varios argumentos das suas profundas letras, e virtuosos custumes se restituhio ao seu Bispado a 23 de Agosto de 1720. onde exercitando com ardente zelo as obrigaçoens pastoraes falleceo piamente em a Villa de Castellobranco a 2 de Agosto de 1736. quando contava 63 annos de idade, e 23. de Bispo. Do seu nome fazem honorifica memoria Fr. Pedro Mont. Cathalog. dos Deput. da Inquis. de Coimb. n. 148. Sylva Cathal. dos Bisp. da Guard. n. 45. D. Iozé Barbosa Mem. do Real Colleg. de S. Paul. pag. 383. e no Archiath. Lusit. pag. 135. n. 67

Quos cernis veteri Mendoça agnomine claros

Proferet in lucem geminos domus inclyta (vallis Regia) primus erit felix Academia

cultu

Quem coles aeterno tanto jucunda magistro.

Munera despiciet meritis illustribus apta

Pandat ut indoctae latebrosa oracula turbae.

Incaeptum at gaudens Egitania rumpere coget

Consilium, nam laeta novo Pastore tumescet.

Sedulus at Praesul longinqua ad limina tendes

Principum Apostolici, Sanctique per omnia Caetùs.

Quo Romana petet, regnabit tempore Clemens

Maenia, qui teneri documenta ut promat amoris

Augusto faciet solioque assidere Sacro.

Alem das doutissimas Postillas, que dictou quando era Mestre na Universidade ao Cap. 1. de Secundis Nuptiis. e ao Cap. fin. de Confessis. Compoz.

Tratados diversos acerca da Jurisdiçaõ Episcopal contra os Regulares dos quais se podem formar hum grande Volume, e os conserva com a divida estimaçaõ o Reverendo Antonio Alvares Louza Conego Prebendado da Cathedral de Evora igualmente douto em o Direito Pontificio do qual recebeo o gráo de Doutor em a Universidade de Coimbra, como perito nas Antiguidades, e privilegios do seu illustre Cabbido, cujas memorias Historicas tem composto com profunda investigaçaõ.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]

 

João Mendes de Vasconcelos e Queirós

IOAÕ MENDES DE VASCONCELLOS, E QUEYROS natural da Villa de  Amarante onde sahio à luz do mundo a 10 de Setembro de 1686. sendo filho de Martim Affonso Moreira, e D. Izabel de Vasconcellos, e Queiros ambos descendentes de qualificadas familias. Foy Fidalgo da Caza de Sua Magestade, Cavalleiro professo da Ordem de Christo, Capitaõ de Infantaria na guerra em que se disputava a sucessaõ da Coroa de Espanha onde dezempenhou as obrigaçoens do seu nacimento. Conservou sempre entre os exercicios militares costumes religiosos fallecendo com opiniaõ de virtuoso a 10 de Dezembro de 1737.

Compoz

Descripçaõ da Villa de Amarante. M. S. Conservase na Bibliotheca do Convento de S. Francisco da Cidade, e na Colleçaõ da descripçaõ de todas as Cidades, Villas, e Lugares do  Reyno de Portugal que se guarda na Congregaçaõ do Oratorio desta Corte.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]

João Mendes de Vasconcelos

IOAÕ MENDES DE VASCONCELLOS Comendador da Ordem militar de Christo naceo em a Cidade de Evora sendo seus progenitores Luiz Mendes de Vasconcellos Capitaõ mòr das Náos da India de quem em seu lugar se fará mais larga memoria, e D. Brites Caldeira. A natureza o dotou de perspicas talento para comprehender as Artes, e de heroico coraçaõ para empunhar as armas merecendo igual Coroa na palestra de Minerva, como em a Campanha de Marte, em cujo aplauzo cantou a Musa de Manoel de Faria, e Souza Fuent. de Aganip. Cent. 1. Madrig. 37.

Tomad ora la espada, ora la pluma,

Y al mundo mostrareis em bella summa

De altas y nobres partes

Executadas con gentil destreza

De joyas de Nobleza grandes Artes:

De joyas de Artes grandes gran Nobleza.

O prologo das suas emprezas militares foy a Restauraçaõ da Bahia no anno de 1625. onde naõ somente foy glorioso instrumento da expulsaõ dos Olandezes, que perfidamente a possuiaõ, mas sendo Mestre de Campo animado da fidelidade que sempre conservou para com a sua Patria impellio ao Marquez de Montalvaõ Vicerey do Estado, que aclamasse a ElRey D. Ioaõ o IV. elevado ao trono dos seus Mayores. Restituido a Portugal sustentou com a espada a justiça do seu Soberano contra a armada potencia dos Castelhanos, conquistando quando era Mestre de Campo General o lugar de Telena em 1643. o Castello da Codiceira em 1646. e socorrendo a Praça de Chaves em 1649. Mayores foraõ os argumentos da disciplina militar quando eleito Governador das Armas da Provincia do Alentejo recuperou o Castello de Mouraõ em 30 de Outubro de 1657. que governava o Mestre de Campo D. Francisco de Avila Orejon; e no sitio, que poz à Praça de Badajoz a 12 de Iunho de 1658. o qual durando o espaço de quatro mezes foy obrigado retirar-se a Elvas com admiravel disposiçaõ por naõ poder rezistir à Epidemia, que tinha extinto grande numero de soldados de cujo infausto sucesso sendo criminado por seus emulos sahio com merecidos aplauzos justificada a sua innocencia. Varios saõ os que lhe dedicaõ graves Escritores como o Conde da Ericeira D. Luiz de Menezes Portug. Restaurad. Tom. 1. pag. 374. 376. 564. 694.e Tom.2. pag.50. 59. 90. 124. 218. Monsiur de la Clede Hist. Gen. de Portug. Tom. 2. pag. mihi 529. 541. 549. 626. 630 e 639. D. Ferd. de Men. Hist. Lusit. lib. 4. p. 346. lib. 5. p. 382. 394. 397. lib. 7. p. 528. 582. 588. lib. 8. p. 658. lib. 9. p. 705. Fr. Gio: Giusep. di S. Teres. Hist. delle Guerre del Brasil Part. 2. liv. 1. acquistosse degnamente la fama d’uno d’ piu ecellenti Capitani delle Spagne. Foncec. Evor. Glorios. p. 170. era de illustrissimo sangue desde menino criado nas armas. Iul. de Mell. Vid. de D. Diniz de Mello e Castr. liv. 1. n. 130. Foy naquelle sendo em Espanha o primeiro Oraculo da disciplina da guerra; buscavaõ-no para decisaõ das duvidas militares, abraçando-se com tanta fé o que disponha, que qualquer resoluçaõ sua naõ só se estabelecia como ley, mas passava a respeitarse como inspiraçaõ. Manoel de Faria, e Souza Fuent. de Aganip. Part. 1. Cent. 3. Sonet. 77 dandolhe os parabens de huma Comenda acaba dizendo.

Si dandote Minerva com Belona,

Cosas que juntas se hallan raramente,

Lo illustre han illustrado èn tu Persona:

No se admire já màs la humana gente

Si en tu virtud juntarse el Tiempo abona

Con el Valor el Premio estrechamente.

Compoz.

Doutrina Maritima, ou da guerra do mar. Dedicado a D. Carlos de Aragaõ Duque de Villa hermosa Conde de Ficalho do Conselho de Sua Magestade Vedor da Fazenda, e Prezidente do Conselho de Portugal. 8. Sem anno, nem lugar, nem nome do Impressor.

Liga deshecha por la expulsion de los Moriscos de los Reynos de España. Madrid por Alonso Martin. 1612 8. Este Poema, que consta de 17 Cantos, he dedicado pelo author a D. Manoel Alonso Perez de Gusmaõ el Bueno. Gentilhome da Camera delRey, e Capitaõ General da Costa de Andaluzia.

Instruçoens Militares. M. S. Desta obra faz memoria o P. Francisco da Fonceca Evor. Glorios. p. 412.

Voto sobre se havia de sahir o nosso exercito contra o de Castella. He muito douto, e se conserva na Livraria do Excellentissimo Duque de Lafoens que foy do Emminentissimo Cardeal de Souza.

Relaçaõ do Reyno de Angola. M. S. Existe na Livraria do Excellentissimo Conde de Vimieyro.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]