Subversão em Olga Gonçalves

“A poetisa de “Movimento” (1972), “25 Composições” e 11 Provas de Artista” (1973) e “Só de Amor” (1975), prepara, subterraneamente, propostas sociográficas singulares no nosso panorama literário.”

Por: Ernesto Rodrigues (mais…)

Busca matricial em João Rui de Sousa

“Entrei em contacto com a poesia de João Rui de Sousa por acaso, jovem perdido nas alturas de Bragança: ao analisar “Meditação em Samos” (1970), em “A Poesia Portuguesa Hoje” (1973) – longe de imaginar que João Rui e eu nos tornaríamos amigos, regularmente à mesa, cúmplices em certas aventuras e até companheiros de uma volta à ilha da Madeira em bicicleta(…)”

Por: Ernesto Rodrigues (mais…)

Romance sobre a culpa

“Afonso Cruz acaba de publicar dois livros, um novo volume da Enciclopédia da Estória Universal. Mil Anos de Esquecimento, que, devido à sua complexidade, recensearemos mais tarde, e o romance Nem Todas as Baleias Voam. Não se pode dizer que haja novidade no conteúdo dos dois livros.”

Por: Miguel Real (mais…)

Notas sobre Camilo Pessanha

“Entre os ilustres nascidos em 1867 – Raul Brandão, António Nobre, Carlos de Lemos –, Camilo Pessanha sofre de ser conhecido só como poeta, quando se completa em crónicas da alta coimbrã desde 1889, em contos e oito elegias traduzidas do chinês.”

Por: Ernesto Rodrigues (mais…)

Viver por engano

“Camilo Pessanha terá escrito pouco (ou chegou-nos pouco do que terá escrito), mas continua tão vivo, cada vez mais vivo.”

Por: Fernando Pinto do Amaral (mais…)

Viver segundo Patrícia Portela

“Está dado o mote da novela ou conjunto de contos unificados por esta ideia paradoxal: é o acaso, a contingência, que comanda a vida, não o determinismo, a necessidade, não o constrangimento das instituições sociais, menos a coação do dever moral”

Por: Miguel Real (mais…)