“A Febre das Almas Sensíveis”, de Isabel Rio Novo

“A Febre das Almas Sensíveis”, de Isabel Rio Novo

Não posso, antes de escrever sobre o livro, deixar de recordar uma amiga que me dizia que nunca, em várias tentativas, conseguiu persistir na leitura de A Montanha Mágica, pois a partir da página 100, e consoante a descrição do ambiente no sanatório se torna mais vívida, esta minha amiga é acometida por insistentes ataques de tosse numa qualquer reacção psicossomática que acabou por criar aversão ao livro.

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“Gungunhana”, Ungulani Ba Ka Khosa

“Gungunhana”, Ungulani Ba Ka Khosa

Ungulani Ba Ka Khosa é dos escritores moçambicanos mais reconhecidos da sua geração. Francisco Esaú Cossa nasceu a 1 de Agosto de 1957 em Inhaminga, na província de Sofala, membro da tribo étnica Tsonga e falante da língua Tsonga, e adoptou como “pseudónimo” o seu nome Tsonga. Formado em Direito e em Ensino de História e Geografia, exerce actualmente as funções de director do Instituto Nacional do Livro e do Disco. É membro e secretário-geral da Associação dos Escritores Moçambicanos.

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“Florinhas de Soror Nada – A Vida de Uma Não-Santa”, de Luísa Costa Gomes

“Florinhas de Soror Nada – A Vida de Uma Não-Santa”, de Luísa Costa Gomes

Luísa Costa Gomes, nascida em Lisboa em 1954, licenciada em Filosofia, professora, directora da revista de contos FICÇÕES, gosta de dispersar a sua escrita pelas mais variadas áreas, do teatro ao conto, da crónica à tradução e legendagem, da mesma forma que gosta de alternar a escrita de um romance com outras tarefas. Sob a chancela da Dom Quixote, este é o mais recente romance da autora, quatro anos depois de Claúdio e Constantino (2014), e cerca de dois anos depois da reedição revista de A Vida de Ramon (1991, reeditado em 2016), curiosamente um texto de carácter hagiográfico, um romance biográfico sobre Ramon Llull, místico e missionário nascido em Maiorca, que viveu entre 1232 e 1316 e percorreu o mundo, do Mediterrâneo a África e à Ásia.

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João Reis: do olhar ingénuo de uma criança à crueza da guerra

João Reis: do olhar ingénuo de uma criança à crueza da guerra

João Reis nasceu em Vila Nova de Gaia em 1985. Licenciado em Filosofia, foi fundador e editor da Eucleia Editora, de 2010 a 2012. É tradutor literário, especialista em línguas nórdicas, tendo traduzido para português livros de Knut Hamsun, Halldór Laxness e Patrick White, entre muitos outros. Entre 2012 e 2015, trabalhou e residiu na Noruega, Suécia e Inglaterra, onde exerceu várias profissões, como trabalhar numa cozinha ou num armazém de vinhos. Não deixa de ser curioso o percurso deste jovem tradutor e autor, que aprendeu diversas línguas pela sua própria iniciativa, procurando professores particulares.

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A. M. Pires Cabral: um artista dos sete ofícios

A. M. Pires Cabral: um artista dos sete ofícios

“A. M. Pires Cabral e eu presidimos, no primeiro triénio de vida da Academia de Letras de Trás-os-Montes (2010-2013), à Assembleia-Geral e Direcção. No segundo triénio, sucedi-lhe como presidente da Assembleia-Geral.” (mais…)