José Veloso

IOZÉ VELOSO. Vejase IOZÉ PEREYRA VELOSO.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]

José Soares da Silva

IOZÉ SOARES DA SYLVA. Vejase o P. MANOEL TAVARES da Congregação do Oratorio.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]

João Nunes da Cunha

IOAÕ NUNES DA CUNHA primeiro Conde de S. Vicente, Deputado da Junta dos tres Estados, Gentilhomem da Camara do Principe D. Theodozio, e Governador da sua Caza, Conselheiro de Guerra, e depois do Estado delRey D. Affonso VI. e do Principe D. Pedro Regente do Reyno, e Gentilhomem da sua Camara, Senhor de Gestaço, e Panoyas, e dos Morgados de Refoyos, e Coutadinha, Commendador de Castelejo, S. Romaõ do Herdal, e de Santa Maria de Bousela em a Ordem de Christo naceo em Lisboa sendo filho de Nuno da Cunha, e de D. Francisca de Attayde filha de Ioaõ Gonsalves de Attayde V. Conde da Atouguia, e de D. Maria de Castro filha herdeira de Martim Affonso de Miranda. Foy ornado de juizo perspicaz, sublime comprehensaõ, e natural genio para a Poezia, que cultivou com felicidade, e naõ menos de elegante locuçaõ aprendida dos mais insignes Oradores, e Chronistas por cujos dotes mereceo distintos aplauzos em a famoza Academia dos Generosos na qual foy Lente, e Collega. Ao exercicio das letras correspondeo o das armas pois havendo sido Governador da Cidade de Evora, e da Praça de Setubal em que mostrou a sciencia militar, que professava, foy nomeado Vicerey da India para onde partio no anno de 1666. practicando em todo o tempo do seu governo as maximas mais prudentes para conservaçaõ do Estado, porem a morte envejoza da sua fama lhe arrebatou intempestivamente a vida em 7 de Novembro de 1668. quando contava 49 annos de idade, e ao Estado da India (como em seu aplauzo escreve o Excelletissimo Conde da Ericeira D. Luiz de Menez. Portug. Rest. Tom. 2. pag. 788.) naquelle tempo a esperança de restaurar a sua ruina por concorrerem em Ioaõ Nunes da Cunha todas as virtudes, que custumaõ compor hum varaõ perfeito sendo dotado de grande valor, de muito entendimento, e summa actividade empregando todas estas partes no amor da patria, e no augmento da gloria Portugueza. Jàz sepultado debaixo do altar de S. Francisco Xavier da Caza professa de Goa. Cazou com D. Izabel de Borbon filha de D. Luiz de Lima de Brito primeiro Conde dos Arcos, e de D. Vitoria Cardailhac Dama da Raynha D. Izabel de Borbon de quem teve D. Maria Caetana da Cunha sua herdeira, que se despozou com Miguel Carlos de Tavora filho segundo de Luiz Antonio de Tavora segundo Conde de S. Ioaõ, e foy segundo Conde de S. Vicente, General da Armada Real, Governador das Armas da Provincia do Alentejo, Conselheiro de Estado, e Presidente do Conselho Ultramarino de quem teve numerosa descendencia. Celebraõ o nome de Ioaõ Nunes da Cunha elegantes pennas assim em prosa, como em verso. D. Francisco Manoel nas Obras Metric. Tub. de Calliop. lhe dedica o Soneto 53. com hum livro de versos compostos por Ioaõ Nunes da Cunha, que lhe cometera à sua Censura.

Velho mancebo illustre em sangue, e esprito

Tu que queres de mi, que assi me obrigas?

A ti que tens as Musas por amigas,

Que louvor te hade dar meu fraco grito?

Que direi eu que ellas naõ tenhaõ dito!

Direi só, que as afagues, e que as sigas;

Que à fè que mais de hum par por mais que digas

Vè, quando escreves outro Apollo escrito.

Là te mando os teus Versos, que mandaraõ

Callar os meos. Que avaro intento esconde

Tal fonte de doçura, e elegancia!

Este lugar onde elles repouzaraõ,

Banho espero què seja aos tempos, onde

Venha o mundo a lavarse da ignorancia.

Ioan. Soar. de Brit. Theatr. Lusit. Liter. lit. 1. n. 59. Catastroph. de Portug. p. 136. Souza Hist. Gen. da Caz. Real Portug. Tom. 5. p. 225. Foy erudito em muitas faculdades; e nas Mem. Hist. e Gen. dos Grand. de Portug. p. 512. Foy valeroso, e erudito. Fr. Iacin. de Deos Verg. de Plant. cap. 8. art. 10. e cap. 1. p. 20 onde escreve que foraõ bautizados pelo seu zelo quatro mil Gentios. Nicol. Ant. Bib. Hisp. Tom. 1. p. 574. col. 1. Compoz.

Panegyrico ao Serenissimo Rey D. Ioaõ o IV. Restaurador do Reyno Lusitano. Lisboa por Antonio Crasbeeck. de Mello 1666 4.

Epitome da Vida, e açoens de D. Pedro entre os Reys de Castella o primeiro deste nome. ibi pelo dito Impressor 1666 4. Desta obra fazendo juizo D. Francisco Manoel na Carta dos Authores Portuguezes escrita ao Doutor Themudo diz que sendo pequena faz competencia a todos os grandes livros.

Lisboa Conquistada. Poema heroico que consta de 12 Cantos. Começa

As armas, e os Varoens cantar intento

Que debellado o barbaro Africano

Da Cidade Ulyssea o fundamento

Levantou para o Reyno Lusitano.

Gemeo Plutaõ, e do sulfureo assento

O decreto encontrar quiz soberano:

Até que o Padre desde o solio eterno

Fechou os claustros do voráz Averno.

Acaba

A espada esgrime, e na vizeira forte

Entrou do ferro hostil a mayor parte;

Cahe o forçoso mouro, e desta morte

Alcança ainda terror o duro Marte.

O favor logo dà a igual sorte,

No campo sanguinoso se reparte.

Affonso vence, entra a Mesquita armado

E a Deos a consagrou crucificado.

Escreveu mais

Vida de Iob. M. S.

Memorias da Vida de Mathias de Albuquerque. M. S.

Nobiliario das Familias de Portugal. fol. 4. Tom.

Tratado da Fortificaçaõ. fol. M. S.

Estas obras como taõbem o Poema Lisboa Conquistada se conservavaõ em Caza do Conde de S. Vicente Genro do Author. Por ordem da Rainha Regente D. Luiza Francisca de Gusmaõ começou a escrever na lingua Portugueza.

Vida do Principe D. Theodozio.

Para esta obra tinha junto varios documentos dos quais se aproveitou o Padre Manoel Luiz da Companhia de Iesus para a Vida do mesmo Principe que compoz na lingua Latina onde no Prologo n. 18. refere o motivo porque a naõ acabou Ioaõ Nunes da Cunha. Illustrissimus Dominus Ioannes Nonius à Cunia Principis Theodosii olim Cubicularius, ipsiusque in Elvensi expeditione individuus socius, postea S. Vincentii creatus Comes, Indiaeque Prorex. Is eadem Serenissima Regina Matre jubente suscepit idiomate Lusitano scribendam visam Principis Theodosii, cui ob egregias dotes fuerat aceptissimus, illiusque laudabilium actionum sive ad aemulandu m, sive ad scribendum eximius explorator: cujus praeterea memorabilium operum, dictorumque plurimi certe faciendum ipse confecit Diarium exquo Principis obsequio addictus fuit, ejusque Cubicularius à Serenissimo Rege designatus. Caeptum opus, longe que provectum abrumpere coactus est ad Interamnensem exercitum, ubi tunc solito atrocius bellum saeviebat; ibi que primis ineundae pacis cum hoste colloquiis, et ventilandis aequis conditionibus Caduceator electus est: ibidem non tam faventibus oculis, et maturis consliis, quam auxiliatrice dextra ex Castellanis triumphis Indicos auspicatus; hic terra Europeis, illic mari victrici haud semel classe Asiaticis hostibus debellatis. Quem si fata virum pace, belloque inclytum domi, ac foris juxta suspiciendum diutius incolumem nobis servarent, non dubium quin datam saepe á se fidem suo Principi propagandi apud Aethnicos orthodoxam fidem, omnigenos que infideles profligandi exacte liberaret; ac demùm ipsius vitam triumphali exaratam stylo aeternitati commendaret. Verùm Lusitana expectatione celerius Goae decedens; et gloriose vivendi, et gloriosa scribendi lugubrem bonis omnibus finem fecit.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]

D. João Nunes Barreto

D. IOAÕ NUNES BARRETO. Teve por patria a Cidade do Porto, e por Pays a Fernaõ Nunes Barreto Senhor dos Morgados de Freiriz, e Penagate, e a D. Izabel Ferràs de igual nobreza à de seu Consorte. Instruido na patria com os primeiros rudimentos passou á Universidade de Salamanca onde recebeo o gráo de formatura em os Sagrados Canones, e restituido a Portugal foy nomeado por seu irmaõ Gaspar Nunes Barreto em a Abbadia de Freiris da qual era Padroeiro, dezempenhando taõ exactamente a obrigaçaõ pastoral, que era conhecido pela antonomazia de Abbade Santo. Dezejando seu irmaõ o Padre Belchior Barreto de quem já fizemos memoria em seu lugar, atrahillo ao instituto da Companhia de Iesus, que professava lhe persuadio com efficacia preferir a vida religiosa à Ecclesiastica seguindo antes o socego da Magdalena, que a deligencia de Martha. Illustrado com as sombras de hum misterioso sonho deixou o seculo, e vestio a roupeta de Jesuita em o Collegio de Coimbra a 11 de Novembro de 1544. Ainda naõ contava quatro annos de religioso alcançou com instantes rogos faculdade dos Superiores para com a voz, e com a prezença consolar aos Christaõs prezos nas horrorosas masmorras de Tituaõ, e Berberia. Neste barbaro theatro brilhou a sua ardente charidade em obsequio dos infermos ministrando os Sacramentos para consolaçaõ dos Catholicos, e pregando as verdades Evangelicas para confusaõ dos Mouros. Naõ somente triumfava a sua eloquente efficacia dos dilirios de Mafoma, mas das chimeras do Talmud convencendo a obstinada perfidia dos Judeos com a evidencia da divindade do Messias. Tendo exercitado este laborioso ministerio pelo espaço de seis annos em que por sua industria resgatou duzentos cativos, chegou a Lisboa onde foy eleito pela Magestade de D. Ioaõ o III. Patriarcha da Etiopia de cuja dignidade o achou benemerito o espirito de Santo Ignacio, e a prudencia deste Monarcha. Obrigado do preceito de Paulo IV. someteo os hombros a taõ formidavel pezo sendo Sagrado na Igreja da Santissima Trindade a 24 de Mayo de 1555. pelo Bispo de Portalegre D. Juliaõ de Alva Esmoler mòr da Raynha D. Catherina. Partio de Lisboa a 28 de Março de 1556. embarcado em a Náo Garça de que era Capitaõ D. Ioaõ de Menezes de Siqueira, e logo, que chegou a Goa aplicou todo o disvelo para entrar no seu Patriarchado, e salvar aquellas ovelhas, que vagavaõ naufragantes em hum pelago de erros scismaticos, porem como se lhe dificultasse a execuçaõ de seus fervorosos dezejos resignado na vontade divina se dedicou em Goa a doutrinar a mais infima plebe. Na Ilha de Choraõ pouco distante de Goa edificou humas cazas humildes junto da Igreja de Nossa Senhora da Graça onde retirado ao comercio humano fallava mentalmente com Deos unico objecto da sua meditaçaõ. Assaltado de huma aguda febre voltou para o Collegio de S. Paulo, e recebendo com jubilo a certeza de ser chegada a ultima hora da sua vida passou para a eterna a 22 de Dezembro de 1562. quando contava 45 annos de idade, e 18 de Companhia suposto, que escrevemos nas Mem. Polit. e Milit. delRey D. Seb. Part. 2. liv. 1. cap. 16. §. 123. fora o seu transito a 20 de Dezembro firmados na authoridade do Padre Nicolao Godinho de Abyssin. reb. lib. 2. cap. 22. onde desde pag. 228. até 343. escreve a vida deste zelozo Varaõ do qual fazem digna memoria Franco Ann. Glorios. S. J. in Lusit. pag. 747. e na Imag. da Virt. em o Nov. de Coimb. Tom. 1. liv. 2. cap. 1. até 8. Guerreiro Addic. à Relac. da Etiop. cap. 4. Orland. Hist. Societ. Part. 2. lib. 6. n. 164. Telles Chron. da Companh. de Jes. da Prov. de Portug. Part. 2. liv. 6. cap. 1. 2. 35. 36. e 37. e na Hist. da Etiop. Alt. liv. 2. cap. 25. e 34. Jarricus Thezaur. rer. Indic. lib. 1. cap. 15. Couto Decad. 7 da India liv. 3. cap. 6. Guerreiro Coroa dos Soldad. Esforçad. liv. 3. cap. 6. Girardi Diario Part. 4. a 22 de Dezembro Ioan. Soar. Brito Theatr. Lusit. Litter. lit. 1. n. 58. Nadasi Ann. dier. memor. S. J. Part. 2. pag. 333. Marangoni Thezaur. Paroch. Tom. 2. pag. 84. Escreveo.

Carta escrita de Tetuaõ aos Padres do Collegio de Coimbra. Della sahio  alguma parte impressa na Imag. da Virt. Nov. de Coimb. Tom. 1. pag. 247. E traduzida em Latim pelo Padre Guerreiro de Abyssinor. reb. lib. 2. cap. 11. pag. 275.

Cartas escritas de Tetuaõ a hum Padre Jesuita, que em Lisboa solicitava a liberdade dos cativos. Parte dellas estaõ impressas na Imag. da Virtud. Tom. 1. pag. 248. 249. e 250.

Carta escrita a Santo Ignacio em que instantemente lhe pede naõ consinta, que elle seja provido na dignidade Patriarchal. Desta Carta a mayor parte está vertida em Latim no Padre Guerreiro de Abyssin. reb. pag. 287.

Carta ao P. Luiz Gonzalves da Camara em que lhe pede alcance licença delRey para renunciar o Patriarchado. Sahio impressa pelo Padre Franco Imag. Da Virt. assima allegada pag. 259. e em latim pelo Padre Guerreiro de Abyssin. reb. pag. 339.

Tres Cartas escritas ao Geral da Companhia em Goa no anno de 1559. Sahiraõ traduzidas em Italiano com outras. Venetia por Tramezzino. 1562 8.

Carta escrita de Goa em o primeiro de Dezembro de 1556. a ElRey D. Ioaõ o III. He muito extensa, e o Original se conserva no Archivo da Caza professa de S. Roque de Lisboa como tambem a seguinte.

Carta escrita de Goa ao Padre Luiz Gonzalves da Camara a 6 de Novembro de 1556. M. S.

 

[Bibliotheca Lusitana, vol. II]

Frei João de Nossa Senhora

Fr. IOAÕ DE NOSSA SENHORA natural de Aldegavinha termo de Aldegalega de Merciana do Patriarchado de Lisboa sendo filho de Antonio Luiz Arelho, e Maria Carvalha. Entre todas as Sagradas Religioens elegeo para domicilio o Convento de Villaverde da Serafica Provincia dos Algarves professando este austero instituto a 2 de Mayo de 1718. A intelligencia da lingua Latina, e noticia das letras humanas em que era muito versado, naõ somente o distinguio de todos os seus condiscipulos mas ainda na especulaçaõ das sciencias severas, e no sagrado ministerio do pulpito que com indefesso trabalho tem frequentado por muitos annos. Depois de ser Qualificador do Santo Officio como fosse profundamente instruido em as noticias da sua Provincia o nomeou Chronista Fr. Antonio dos Archanjos Provincial desta religiosa Familia, cuja incumbencia dezempenhará com geral aplauzo. O natural genio com que desde os primeiros annos cultivou a Poezia metrificando na lingua vulgar, e Latina com summa facilidade lhe adquirio a antonomastica denominaçaõ de Poeta. Do seu fecundo engenho tem publicados os seguintes partos.

Sermaõ do retiro que faz todos os annos, a sempre prodigiosa, e admiravel Imagem da Virgem Maria Senhora Madre de Deos que com este soberano titulo se venera na Cidade de Lisboa Oriental. Lisboa por Pedro Ferreira. 1731 4.

Oraçaõ Funeral Panegyrica, e Historica nas Exequias do Excellentissimo, e Reverendissimo Senhor D. Fr. Iozé de Santa Maria de Iesus Bispo de Cabo Verde do Conselho de Sua Magestade dignissimo filho da Provincia dos Algarves, e Missionario Apostolico no Mosteiro do Varatojo da Religiaõ de S. Francisco celebradas no Convento de S. Maria de Iesus de Xabregas a 20 de Iunho de 1736. Lisboa por Antonio Isidoro da Fonceca 1739 4.

Oraçaõ Capitular Gratulatoria, Deprecatoria, e Mariana pregada no Real, e Veneravel Mosteiro da Madre de Deos de Lisboa em dia do Santissimo Nome de Maria por acçaõ de graças do Capitulo, que fez a Santa Provincia dos Algarves no Real Convento de Santa Maria de Iesus de Xabregas em 9 de Setembro de 1741. Lisboa por Pedro Ferreira 1741 4.

Dies in quo est Officium S. Antonii. Ulyssipone apud Petrum Ferreira Typ. Reginae. 1741 24.

Hebdomas S. Antonii. ibi per eumdem Typ. 1741 24.

Mensis D. Antonii in quo ejusdem est inventum Psalterium S. Antonii Paduani. ibi per eumdem Typ. 1741 24.

Antonianus, hoc est, Oratorium totius Anni S. Antonio Ulyssiponensi, Paduano que consecratum. ibi per eumdem Typog. 1741 16.

Oratorio de S. Antonio exposto em todas as Parochiaes Igrejas deste Patriarchado de Lisboa, e em todos os Arcebispados, e Bispados do Reyno de Portugal. Lisboa por Pedro Ferreira. 1742 8.

Inscripçaõ Latina ao Emminentissimo Cardial Patriarcha de Lisboa D. Thomas de Almeyda. Lisboa pelo dito Impressor 1742 fol. imperial ao alto.

Dia, e noite com todas as horas para as Almas do Purgatorio achadas nos sufragios da Santa Igreja Romana, e exposta nas maõs de todos os Fieis Christaõs para lembrança das mesmas Almas. Lisboa por Francisco da Sylva. 1742 16.

  1. Francisco para todos os dias Manhaã Meyodia, e Tarde. Devoçaõ das Chagas descuberta no Officio deste Serafco Patriarcha. Lisboa pelo dito Impressor. 1742 8.

Psalterium Sanctissimi Ioseph. Ulyssip. apud Petrum Ferreira. 1741 16.

Epigramma em aplauzo do P. D. Rafael Bluteau Clerigo Regular. Sahio a pag. 59 do Obsequio funebre dedicado à saudosa memoria do dito Padre Lisboa por Iozé Antonio da Sylva. 1736 4.

Doze Epigrammas Latinos em aplauzo da Centuria Epigrammatum composta por Francisco Iozé Freyre. Sahiraõ ao principio desta obra. Ulyssipone apud Antonium Isidoro da Fonceca. 1742 8.

Collar da Virgem Maria Mãy de Deos, e Mãy dos Homens. Lisboa por Domingos Gonzalves 1745 24.

Arte de bem morrer. Lisboa por Pedro Ferreira 1737 16. Sahio com o nome de Constantino da Costa.

 

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