António José de Abreu

ANTONIO JOSÉ DE ABREU, Cavalleiro das Ordens de Avis e Condeição, Cirurgião mór do Regimento de artilheria n.º 1, e actualmente Cirurgião de brigada do Exercito, etc. – E.

840) Exame critico da Memoria sobre a organisação do serviço de Saude do Exercito, publicada n’esta capital por um anonymo. Lisboa, Typ. de Silva, 1848. 8.o gr. de VII‑147 pag.

841) Analyse do Relatorio Analytico por J. T. Valladares sobre a administração da Saude Militar. Lisboa, Typ. de V. J. de Castro, 1841. 4.o de 43 pag.

No Jornal dos Facultativos Militares ha varios artigos seus, etc.

 

[Diccionario bibliographico portuguez, tomo 1]

Padre António Joaquim da Rosa

P. ANTONIO JOAQUIM DA ROSA, Presbytero secular, natural (segundo creio) da cidade de Beja. – E.

835) Memoria sobre as festas constitucionaes da cidade de Beja. Lisboa, na Typ. Rollandiana 1821. 4.o

 

[Diccionario bibliographico portuguez, tomo 1]

António Joaquim Ferreira de Eça e Leiva

ANTONIO JOAQUIM FERREIRA D’EÇA E LEIVA, Bacharel em Direito pela Univ. de Coimbra, cuja naturalidade e mais circumstancias não tive ainda modo de averiguar. – E.

796) Memorias theoricas e praticas do Direito orphanologico. Porto, na Typ. Commercial 1846. 4.o de 211 pag. – É segunda edição, tendo sahido a primeira em 1842.

 

[Diccionario bibliographico portuguez, tomo 1]

António Joaquim de Abreu

ANTONIO JOAQUIM DE ABREU, poeta menos que mediocre e pouco conhecido. Vivia no primeiro quartel d’este seculo, e se não foi natural do Brasil, esteve pelo menos de residencia em alguma de suas provincias antes do anno de 1815, em que imprimiu a obra seguinte:

782) Sonetos sobre diversos assumptos. Lisboa, na Impr. Regia 1815. 8.o de 67 pag. – Contém cincoenta e nove sonetos, e uma ode. – Nada tem que os recommende.

 

[Diccionario bibliographico portuguez, tomo 1]

Padre António João de Frias

P. ANTONIO JOÃO DE FRIAS, natural de Tataulim, suburbios de Goa, Mestre em Artes, e Vigario da egreja de Sancto André da mesma cidade, a qual administrou exercendo juntamente os cargos de Notario Apostolico, Promotor do Juizo Ecclesiastico, e Procurador da Mitra Primacial d’aquelle Arcebispado. Ao fim de vinte e oito annos foi transferido para a egreja de Sancta Anna de Tataulim, sua patria, onde morreu a 25 de Junho de 1727 com 63 annos de edade. – E.

777) (C) Aureola dos Indios e Nobiliarchia Bracmana. Tractado historico, genealogico, panegyrico e moral. Lisboa, por Miguel Deslandes 1702 fol. de XXVI‑224 pag. – Tem um frontispicio aberto em chapa de metal, e n’elle gravado o escudo das armas do Marquez de Marialva a quem a obra foi dedicada.

Barbosa, que no tomo IV da Bibl. Lus. dá a mesma obra em nome do auctor Frias, diz no tomo II tractando de José Freire de Montarroio Mascarenhas, que este a instancia do referido Marquez de Marialva totalmente a reformara, assim na ordem como na phrase, que estava indigna de se dedicar a tão grande Mecenas. Comtudo é certo que no livro não existe vestigio algum da intervenção de Montarroio, nem se faz d’este a mais leve menção, sendo a dedicatoria assignada no fim por Antonio João de Frias, que apparece em toda a parte como seu auctor.

É hoje algum tanto rara. Tenho idéa de que alguns exemplares se venderam em tempo pelas quantias de 960 até 1:200 réis.

 

[Diccionario bibliographico portuguez, tomo 1]