Publication of Smiling in the Darkness by Adelaide Freitas

Tagus Press, the publishing arm of the Center for Portuguese Studies and Culture at the University of Massachusetts Dartmouth, announces the publication of Smiling in the Darkness by Adelaide Freitas, translated by Katharine F. Baker and with a foreword by João de Melo.

Many people of Portuguese descent take pride in claiming that the word “saudade” is untranslatable. In reality, we come close with a melding of bittersweet nostalgia, bone-deep longing, and an endless yearning for what one can never have again — or indeed may never have had. Adelaide Freitas dipped her pen in saudade to tell of family separation and bonds that never loosen. In her authentic Azorean voice, she recounts the immigrant experience and centrifugal impulses that force people apart in spite of their desperation to cling to one another. In their sensitive rendering, the translators have captured the nuances of Freitas’s novel Smiling in the Darkness, with special care for those who have her native language in their heritage and heartfelt saudade for its loss. 

Adelaide Freitas(1949–2018) was a celebrated author of prose and poetry, and a professor at the University of the Azores. In 2018, Freitas was honored by the Legislative Assembly of the Autonomous Region of the Azores with the Insígnia Autonómica de Reconhecimento (Commendation of Recognition). 

João de Melo is the author of over twenty books, including Happy People in Tears, which won multiple literary awards in Portugal.

Smiling in the Darkness was translated by Katharine F. Baker with Bobby J. Chamberlain, Reinaldo F. Silva, and Emanuel Melo.

Smiling in the Darkness is volume 3 of the Bellis Azorica Series, edited by Onésimo T. Almeida (Brown University) and Mario Pereira (UMass Dartmouth).

For more information, please contact Mario Pereira, Executive Editor, at mpereira6@umassd.edu

Apresentação de «As Literaturas em Língua Portuguesa (Das Origens aos Nossos Dias)» | Livraria Buchholz, 11 de Março, 18h00

Apresentação de «As Literaturas em Língua Portuguesa (Das Origens aos Nossos Dias)», de José Carlos Seabra Pereira | 11 de março de 2020, 18h00, Livraria Buchholz, Marquês de Pombal, Rua Duque de Palmela, Nº4, 1200-098 Lisboa

Pedro Mexia e António Feijó apresentam no próximo dia 11 de março, às 18,00 horas, na Livraria Buchholz, o livro As Literaturas em Língua Portuguesa (Das Origens aos Nossos Dias), da autoria de José Carlos Seabra Pereira, em edição da Gradiva (2019), com o apoio do Instituto Politécnico de Macau e do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.

 

Sinopse

Português é língua de muitas culturas e muitas literaturas, pelo menos tantas quantos os países que a falam (bem mais do que eles, em Da verdade). Fiquemo-nos pela literatura: a aprendizagem da língua portuguesa tem de andar de par com um olhar sobre os textos e escritores que dela fizeram uso, em África, ou melhor, nas várias Áfricas, por serem plurais os territórios do Português e suas literaturas, no Oriente, particularmente em Macau, em Timor e na Índia, e no Brasil.
Faltava essa dimensão universal ao olhar sabiamente traçado na História da Literatura Portuguesa, de António José Saraiva é Óscar Lopes, saída em 1959. Além de que lhe faltava um olhar diferente sobre um mundo novo, que muito mudou o mundo desde esse longínquo 1959, E também um olhar que pudesse ser percebido pelos milhares de aprendentes do Português em todas as longitudes, com os seus condicionalismos próprios: um público heterogéneo, com patamares de conhecimento muito assimétricos, com interesses diversificados. Ou seja: uma obra acessível, mas rigorosa, útil a quem se limita à superfície das coisas, mas não menos instrumental para quem pretende descer mais fundo na sua reflexão e no seu conhecimento.
Tal é o roteiro deste As Literaturas em Língua Portuguesa, traçado pela mão experiente e conhecedora de José Carlos Seabra Pereira.


José Carlos Seabra Pereira Doutor pelas Universidades de Poitiers e de Coimbra, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e na Universidade Católica; José Carlos Seabra Pereira foi professor convidado no Instituto Politécnico de Macau. Coordenador científico do Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos; director da revista Estudos (CADC); director do Secretariado Nacional para a Pastoral da Cultura (Portugal); membro do Conselho Executivo da Fundação Inês-de Castro e do Conselho de Patronos da Fundação Arpad Szenes — Vieira da Silva, Tem integrado os júris dos principais prémios literários de Portugal e da CPLP, nomeadamente do Prémio Camões, do Grande Prémio Leya e dos Prémios da Associação Portuguesa de Escritores. Figura de referência nos Estudos sobre Camões, Decadentismo, Simbolismo, Neo-Romantismo e Modernismo, é autor de cerca de quinhentas conferências e palestras, de numerosos ensaios e estudos monográficos, de edições críticas ou paracríticas (Obras de Gomes Leal, Raul Brandão, Florbela Espanca; etc.), de centenas de artigos em revistas especializadas e verbetes em enciclopédias, e de uma vintena de livros, com destaque para: Decadentismo-e Simbolismo na Poesia Portuguesa (1975); Do Fim-de-Século ao Tempo de Orfeu (1979), Autour de la Thématique Politique et de L’Engagement dans la Littérature Portugaise (1982); L’Action Littéraire et |’Oeuvre Poétique de João de Barros (1983), O Neo-Romantismo na Poesia Portuguesa (1999), 2 vols.; vol. Vil da História Critica da Literatura Portuguesa: Do Fim-De-Século ao Modernismo (1995); António Nobre: Projecto e Destino (2000); O Essencial sobre Antônio Nobre (2001); 0 Tempo Republicano da Literatura Portuguesa (2010): Aquilino — a escrita vital (2014), Prêmio de Ensaio da Associação Portuguesa de Críticos Literários; O Delta Literário de Macau (Macau, 2015), Prémio de Ensaio da Associação Portuguesa de Escritores.

 

Colóquio Frei Agostinho da Cruz e o Convento da Arrábida | Convento da Arrábida, 14 e 15 de Março

Lugar privilegiado onde, desde tempos muito recuados, a Natureza foi entendida como expressão eloquente da divindade, a Arrábida é ainda hoje um dos centros espirituais da Península Ibérica. Nesse território entre o mar e a montanha, culto e cultura encontraram um “deserto” onde é possível ao Homem descobrir a liberdade como essência da vida. Entre 1539 e 1834, a presença dos franciscanos junto do santuário de Santa Maria da Arrábida renovou a leitura desse “paraíso”. Interpretaram a envolvente do convento, descobrindo aí o Criador nas criaturas.

Frei Agostinho da Cruz (1540 – 1619) foi quem melhor exprimiu a essência da serra e do franciscanismo aí vivido. Entendê-lo e entender a sua poesia é compreender melhor a serra, a espiritualidade que encerra e o quanto é actual nos nossos dias e no futuro. Compreender a obra deste poeta não é tarefa que se possa cumprir em pleno sem se entender o contexto em que ela se firmou, sobretudos nos últimos 14 anos da sua vida, nos quais fez vida eremítica na Arrábida. O colóquio interdisciplinar “Frei Agostinho da Cruz e o Convento da Arrábida” pretende contribuir para esse entendimento. Junta vários especialistas que apresentarão estudos sobre a tradição eremítica da Serra, a sua evolução histórica em contexto franciscano, algumas obras de arte que gerou e alberga, bem como as fontes espirituais da poesia do frade menor, o modo como a sua imagem idealizada se estruturou ao longo do tempo e, ainda, as vias através das quais se gravou em duas figuras da poesia portuguesa do século XX, Sebastião da Gama e Daniel Faria.

Trata-se de uma rara ocasião de estudo, debate e contemplação de um património único no nosso país.

PROGRAMA

14 MARÇO | SÁBADO
14.00 | Recepção.
14.15 | Abertura.
14.30 | 1º PAINEL

  • Em busca da solidão e da vida pobre: frades e eremitas nas imediações da Arrábida nos finais da Idade Média
    João Luís Inglês Fontes (NOVA FCSH – IEM / CEHR – UCP)
  • A imagem gótica de Nossa Senhora da Arrábida
    Carla Varela Fernandes (NOVA FCSH/IEM)

  • A Casa de Aveiro e o Convento da Arrábida (1539 – 1759).
    Rui Manuel Mesquita Mendes (Centro Artis / Instituto de História da Arte – FLUL)

16.00 | Debate

16.15 | Pausa para café.

16.40 | 2º PAINEL

  • O painel maneirista de Fernão Gomes (1548 – 1612) em Santa Maria da Arrábida
    Vítor Serrão (Centro Artis / Instituto de História da Arte – FLUL)
  • O azulejo dos séculos XVII e XVIII como elemento decorativo no Convento de Nossa Senhora da Arrábida e nos restantes conventos da sua Província
    Joana Belard Da Fonseca (Fundação Oriente / Museu do Oriente)

17.40 | Debate

15 MARÇO | DOMINGO
9.30 | Reabertura dos trabalhos
9.45 | 3º PAINEL

  • Fontes franciscanas da espiritualidade de Frei Agostinho da Cruz
    Frei Hermínio Araújo ofm (Guardião do Convento de Santo António do Varatojo)
  • A construção de Frei Agostinho da Cruz
    Ruy Ventura (Cátedra Poesia e Transcendência – UCP Porto)

10.45 | Pausa para café.

11.00 | 4º PAINEL

  • Frei Agostinho da Cruz e Sebastião da Gama
    João Reis Ribeiro (Associação Cultural Sebastião da Gama)
  • Frei Agostinho da Cruz e Daniel Faria
    António Carlos Cortez (CLEPUL – FLUL)

12.00 | Debate
12.15 | Sessão de encerramento.
12.30 | Almoço nas instalações do Convento.
14.30 | Visita ao convento da Arrábida.

As inscrições decorrem entre 10 de Fevereiro e 4 de Março de 2020, estando limitadas à quantidade de lugares sentados no auditório do Convento de Santa Maria da Arrábida.

Inscrição, sem almoço | €10
Inscrição, com almoço e visita ao convento | €40
Inscrição e informações detalhadas |  frei.agostinho.da.cruz@gmail.com

Co-organização | Diocese de Setúbal
Apoio | Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitã

 

Fonte: Fundação Oriente

Exposição | Frei Agostinho da Cruz e a Espiritualidade Arrábida | Museu da Fundação Oriente

Inauguração | 12 Março 2020 Até 17 Maio

Lugar privilegiado onde, desde tempos muito recuados, a Natureza foi entendida como expressão eloquente da divindade, a Arrábida é ainda hoje um dos centros espirituais da Península Ibérica. Nesse território que vai do Cabo Espichel aos limites de Setúbal, o culto e a cultura viram nesse espaço entre o mar e a montanha um “deserto” onde é possível ao Homem dialogar com Deus e consigo próprio, descobrindo o essencial da vida.
A partir de 1539, o estabelecimento de uma comunidade de frades franciscanos observantes junto do santuário da Senhora da Arrábida deu renovada leitura a esse “paraíso”. Até 1834 os eremitas arrábidos foram os melhores intérpretes de toda a envolvente do seu convento, descobrindo aí o Criador nas criaturas e encontrando entre o relevo e a vegetação uma expressão peculiar de ser cristão.
De entre todos os frades, Frei Agostinho da Cruz (1540 – 1619) foi aquele que melhor exprimiu a essência da Arrábida e da sua espiritualidade numa poesia original. Comemorando os 400 anos da sua morte e os 480 do seu nascimento, esta exposição apresenta a Arrábida e a sua sacralidade. Guiados pelas suas palavras, desvendamo-la enquanto espaço de libertação.

Ruy Ventura | Comissário

No âmbito das comemorações do IV centenário da morte de Frei Agostinho da Cruz e 480º aniversário do seu nascimento.

 

Fonte: Museu do Oriente

Apresentação do livro “Os ílhavos que foram para a Pederneira” | Hotel Praia (Nazaré), 14 de Março, 18h00

O presente trabalho pretende abordar, com base nos Registos Paroquiais, a migração dos ílhavos para a Vila da Pederneira, num período temporal entre 1609 a 1850.

Tem ainda como objetivo dar a conhecer os nomes das pessoas que realizaram essa migração e que na Pederneira se estabeleceram, deixando, em alguns casos, descendência até aos dias de hoje.

Revela, ainda, os locais onde foram sepultados, permitindo relacionar os nomes com o local de sepultura.

Dedica, também, um capítulo a Joaquim Bernardo de Sousa Lobo, apresentando novos elementos sobre este filho de ílhavos, cuja função de Cabo de mar foi de grande importância para a comunidade Nazarena.

Trata-se, por isso, de um estudo breve que pretende desafiar todos os que se identificarem com os nomes e apelidos ali apresentados a pesquisar os seus antepassados, assim como fornece à comunidade de Ílhavo elementos de relevante interesse para o conhecimento dos seus antepassados, dispersos pelo território nacional, durante o século XVIII e XIX.

Carlos Fidalgo