s temáticas do ciclo Foto-histórias da História, organizado por Filomena Serra (IHA – FCSH/NOVA), estão relacionadas com a exposição Fotografia Impressa e Propaganda visual em Portugal (1934-1974), patente na BNP de 20 de maio a 30 de agosto de 2019, e enquadram-se no projeto «Fotografia Impressa. Imagem e  Propaganda em Portugal (1934-1974)», – PTDC/CPC-HAT/4533/2014», financiado pela FCT e desenvolvido no IHA (FCSH/NOVA) e no DINÂMIA-IUL (ISCTE-IUL).
É nos anos 20 que o fotojornalismo conhece através das revistas ilustradas grande incremento. Novos flashs, novas câmaras mais fáceis de manusear, lentes mais luminosas e filmes mais sensíveis, foram postos ao serviço da captação do momento decisivo que o fotojornalista conseguirá se estiver no acontecimento. Contudo, como iriam sobreviver os «bate-chapas» nos «anos de chumbo» do regime no Estado Novo? Qual era o estatuto social do fotógrafo? Qual é a nova geração de fotógrafos de news? Que tragédias fizeram brilhar os fotojornalistas portugueses? Houve uma rutura estética e ética com Eduardo Gageiro? O que se seguiu ao 25 de Abril? Esta é uma história que está por fazer e que se abordará nesta sessão.
Luiz Carvalho, arquiteto pela ESBAL, atividade que exerceu até 1989 na Direção dos Edifícios e Monumentos Nacionais, foi professor de fotojornalismo na Universidade Autónoma de Lisboa durante 10 anos, e fotojornalista desde 1978, com relevância para os 25 anos no semanário Expresso. É atualmente realizador e autor do programa Fotobox na RTP3.

 

 

Fonte: BNP